Teste: Renault Duster 2021 evolui muito, mas fica fraco sem motor Mercedes

Puxa daqui, estica dali, o veterano SUV ganhou novo visual e equipamentos, ficando melhor até que o irmão Captur, mas manteve o pouco potente motor 1.6

Para driblar o envelhecimento, eliminar rugas e empinar o nariz, vale tudo. A nova moda nos centros estéticos é a harmonização facial, que usa uma série de procedimentos para equilibrar as proporções do rosto.

Vai desde a aplicação de botox, de preenchedores como ácido hialurônico até o uso de lasers, ondas de rádio e tratamentos de pele. Tudo isso, sem cirurgia.

 Vidro de trás ficou menor e a régua da placa dividiu a tampa traseira

Vidro de trás ficou menor e a régua da placa dividiu a tampa traseira (Fernando Pires/Quatro Rodas)

Renault Duster 2021 experimentou esses tratamentos. Arrebitaram seus faróis, que agora estão integrados à grade e têm luzes diurnas de leds, e modificaram bastante o para-choque, que ganhou luzes de neblina e tomada de ar maiores. O capô está levemente mais alto e recebeu vincos marcantes.

 Faróis de milha do pacote Outsider acendem com o facho alto

Faróis de milha do pacote Outsider acendem com o facho alto (Fernando Pires/Quatro Rodas)

É que nos carros algumas “rugas” são bem-vindas – e necessárias – para deixar o design mais equilibrado. Mas exageros, como o vinco arqueado nas portas e o grande volume das caixas de roda, foram corrigidos para deixar o visual mais leve.

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